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Normas e procedimentos para submissão de trabalhos

NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Disposições Gerais

1) Cada autor(a) ou coautor(a) poderá submeter, no máximo, 3 (três) trabalhos para avaliação, independentemente da modalidade. As submissões de trabalhos deverão ser enviadas para o email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Documentos necessários: formulário disponibilizado em www.promus.musica.ufrj.br, Texto (não identificado), arquivos de áudio e vídeo em anexo, conforme o caso.

2) As inscrições para o Simpósio serão feitas no endereço: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. mediante preenchimento e envio de formulário disponibilizado em www.promus.musica.ufrj.br

3) Serão aceitas inscrições de trabalhos para serem apresentados no Simpósio nas modalidades:

1. Recitais-Conferência,
2. Apresentações artísticas
3. Artigos

CATEGORIAS E CRITÉRIOS DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS OFERTADAS AO CONGRESSISTA

1) RECITAIS-CONFERÊNCIA

1.1–Recitais-conferência

O trabalho submetido nessa modalidade deverá consistir como trabalho originado de pesquisa, produção artística ou experiência (de ensino, produção cultural, divulgação científica, por exemplo, ou relato de caso). O texto deverá estar relacionado ao recital e explicitar problema, objetivos, pressupostos teóricos e procedimentos utilizados, além de destacar os resultados finais (trabalho concluído), ou análise preliminar consistente, e as conclusões obtidas. Cada recital-conferência terá a duração de 30 minutos, sendo 20 minutos para a apresentação de recital, seguidos de 10 minutos de conferência. Essa produção deve estar vinculada a reflexões teóricas e práticas, em que se explicite a gênese e os procedimentos de construção do conhecimento artístico, bem como os pressupostos que o sustentam.

1.2 – O candidato deverá submeter nessa modalidade um resumo de até 8 linhas e uma gravação em formato mp3 de uma das obras a serem apresentadas.

1.3 – Cada proposta será avaliada por, pelo menos, dois pareceristas, com base nos quatro parâmetros abaixo indicados. Cada parâmetro receberá pontuação de 1 a 5, em que: 1=insatisfatório; 2=razoável; 3=satisfatório=; 4=muito bom e 5=excelente. A pontuação de corte é 12.

1.3.1 – Qualidade da performance/composição
Aspectos a serem considerados: acuidade da performance, pertinência das escolhas interpretativas e competência técnica, precisão e clareza na comunicação dos elementos constitutivos da obra (partitura, legendas, instruções de execução e difusão etc.).

1.3.2 – Adequação da proposta ao Simpósio em Práticas Interpretativas da UFRJ
Aspectos a serem considerados: vinculação a linha de pesquisa e/ou projeto de pesquisa; relação da proposta com a pesquisa e a pós-graduação em música.

1.3.3 – Ineditismo da proposta
Aspectos a serem considerados: ineditismo da proposta; ineditismo da(s) obra(s); frequência com que a(s) obra(s) é(são) executada(s) no Brasil.

1.3.4 – Qualidade do material enviado
Aspectos a serem considerados: adequação à chamada de trabalhos; clareza e consistência da proposta; qualidade da gravação.

1.4 – As propostas deverão ser enviadas para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

2) APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS

2.1 – As propostas submetidas nesta categoria deverão consistir em apresentação artística (recital, concerto, show, etc.), coordenada e organizada pelos(as) participante(s), contendo, no mínimo, duas obras. Cada proposta de apresentação deverá ter duração mínima de 20 minutos e máxima de 30 minutos. Os(as) participantes poderão pertencer a uma única instituição ou a diferentes instituições.

2.2 – As propostas de apresentação devem envolver obras de mais de um compositor, que serão executadas individualmente ou em grupo. Em caso de apresentação em grupo, a proposta deve ser encaminhada pelo coordenador da apresentação. Todos(as) os(as) participantes deverão estar inscritos(as) e presentes no evento.

2.3 – As propostas de apresentação deverão contemplar a) solo, b) música de câmara, c) improvisação livre, lembrando que o Simpósio não dispõe de equipamento de difusão eletrônica para o caso de obras com tape ou live electronics. Cada autor(a) poderá submeter até uma participação como compositor(a) e uma como intérprete. Os compositores(as) que se inscreverem em quaisquer das duas categorias deverão indicar intérpretes, que deverão se inscrever no Simpósio, conforme o prazo a ser informado na chamada. Em nenhuma circunstância, a Comissão Organizadora do Simpósio terá responsabilidade de oferecer intérpretes.

2.4 – O candidato deverá submeter nessa modalidade uma gravação em formato mp3 de uma das obras a serem apresentadas.

2.5 – Cada proposta será avaliada por, pelo menos, dois pareceristas, com base nos quatro parâmetros abaixo indicados. Cada parâmetro receberá pontuação de 1 a 5, em que: 1=insatisfatório; 2=razoável; 3=satisfatório=; 4=muito bom e 5=excelente. A pontuação de corte é 12.

2.5.1 Qualidade da performance/composição

Aspectos a serem considerados: acuidade da performance, pertinência das escolhas interpretativas e competência técnica, precisão e clareza na comunicação dos elementos constitutivos da obra (partitura, instruções de execução e difusão etc.).

2.5.2 Adequação da proposta ao Simpósio em Práticas Interpretativas da UFRJ

Aspectos a serem considerados: vinculação a linha de pesquisa e/ou projeto de pesquisa; relação da proposta com a pesquisa e a pós-graduação em música.

2.5.3 Ineditismo da proposta

Aspectos a serem considerados: ineditismo da proposta; ineditismo da(s) obra(s); frequência com que a(s) obra(s) é(são) executada(s) no Brasil.

2.5.4 Qualidade do material enviado

Aspectos a serem considerados: adequação à chamada de trabalhos; clareza e consistência da proposta; qualidade da gravação.

2.6 As propostas deverão ser enviadas para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

3) ARTIGOS

3.1 – Nesta modalidade, serão selecionadas Comunicações em forma de artigos, não presenciais, e que constarão dos Anais do Simpósio, em formato on-line.

3.2 – O artigo submetido nessa modalidade deverá consistir como trabalho originado de pesquisa, produção artística ou experiência (de ensino, produção cultural, divulgação científica, por exemplo, ou relato de caso). O texto deverá explicitar problema, objetivos, pressupostos teóricos e procedimentos utilizados, além de destacar os resultados finais (trabalho concluído), ou análise preliminar consistente, e as conclusões obtidas. Essa produção deve estar vinculada a reflexões teóricas e práticas, em que se explicite a gênese e os procedimentos de construção do conhecimento artístico, bem como os pressupostos que o sustentam.

3.2.1 – O candidato deverá submeter nessa modalidade o artigo na íntegra, de acordo com as normas do Simpósio em Práticas Interpretativas da UFRJ.

3.2.2 – Cada proposta será avaliada por, pelo menos, dois pareceristas, com base nos quatro parâmetros abaixo indicados. Cada parâmetro receberá pontuação de 1 a 5, em que: 1=insatisfatório; 2=razoável; 3=satisfatório=; 4=muito bom e 5=excelente. A pontuação de corte é 12.

3.2.3 – Adequação da proposta ao Simpósio em Práticas Interpretativas da UFRJ
Aspectos a serem considerados: vinculação a linha de pesquisa e/ou projeto de pesquisa; relação da proposta com a pesquisa e a pós-graduação em música.

3.3 – Cada proposta será avaliada por, pelo menos, dois pareceristas, com base nos quatro parâmetros abaixo indicados. Cada parâmetro receberá pontuação de 1 a 5, em que: 1=insatisfatório; 2=razoável; 3=satisfatório=; 4=muito bom e 5=excelente. A pontuação de corte é 12.

3.4 – As propostas deverão ser enviadas para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

4 – O Simpósio em Práticas Interpretativas disponibiliza um piano Steinway & Sons, modelo D, Hamburgo.

5 – Todos os trabalhos selecionados farão parte dos Anais do Simpósio em Práticas Interpretativas da UFRJ, e ficarão disponibilizados permanentemente nas páginas do PPGM e/ou do PROMUS da Escola de Música da UFRJ.

6) NORMAS DE ESTRUTURAÇÃO DOS TEXTOS

7.1 – título do trabalho, com apenas a primeira inicial maiúscula, sendo o subtítulo, se houver, iniciado em letra minúscula (Times New Roman 14, negrito, centralizado);

7.2 – Modalidade: RECITAL-CONFERÊNCIA ou ARTIGO (em caixa alta);

7.3 – nome do(a) autor(a) do trabalho (Times New Roman 12, itálico, alinhamento à direita), instituição de vínculo e e-mail (Times New Roman 10, itálico, alinhamento à direita). Esses dados devem ser retirados no envio da submissão, substituídos por “XXX” e incluídos apenas na versão final do trabalho, caso aprovado;

7.4 – resumo do trabalho com cerca de 8 linhas (Times New Roman 10, espaço simples, justificado, 2 centímetros de indentação na margem esquerda e alinhado à direita);

7.6 – Três a cinco palavras-chave, separadas por ponto, com apenas a inicial de cada uma delas em letra maiúscula (Times New Roman 10);

7.7 – título, resumo e palavras-chave do trabalho, traduzidos: o título, o resumo e as palavras-chave devem ser apresentados no início do texto na língua utilizada no trabalho. Para os trabalhos em português ou espanhol, após esses itens, deve-se incluir a tradução dos mesmos para o inglês (o title e todas as keywords devem ser iniciados com letra maiúscula); para os trabalhos em inglês ou espanhol, esses itens devem ser traduzidos para o português;

7.8 – o texto deve ser escrito em fonte Times New Roman 12, alinhamento justificado, sem indexação, espaçamento 1,5 e recuo de primeira linha de parágrafo de 2 cm. A página deve ser configurada em tamanho A4, margens esquerda, direita, superior e inferior de 2,5 cm;

7.9 – caso o texto subdivida-se em seções, os títulos das mesmas deverão ser em negrito, fonte Times New Roman 12.

7.10 – cada trabalho deverá ter extensão de até 8 páginas (incluindo título, resumo, palavras-chave e respectivas traduções, notas e referências) sendo possível o acréscimo de até 2 páginas com imagens (ilustrações, exemplos musicais, figuras, tabelas, etc.). Textos que excedam o tamanho máximo de 8 páginas, acrescidas de até 2 páginas com imagens, se for o caso, não serão aceitos pela Comissão Científica para avaliação;

7.11 – exemplos musicais (Ex.), figuras (Fig.), tabelas (Tab.) etc. devem ser inseridos no texto como figura, em gradações de preto (formato “.tif” ou “.jpg” em 300 dpi, lembrando que o arquivo não deve ultrapassar 10 MB), numerados e acompanhados de legenda sucinta e elucidativa de no máximo 3 linhas (Times New Roman 10, espaço simples, inserida sob a ilustração);

7.12 – as iniciais dos nomes das notas musicais deverão vir sempre em maiúsculas (Dó, Ré, Mi, etc.). Para símbolos específicos como sustenido, bemol e bequadro poderá ser utilizada a fonte BA-CH. O download da fonte pode ser feito na seguinte URL: http://www.mu.qub.ac.uk/tomita/bachfont

7.13 – as notas devem ser incluídas apenas para informações complementares e comentários, em fonte Times New Roman 10, com espaçamento simples, justificado, como nota de fim.

7.14 – citações com até três linhas devem ser inseridas no corpo do texto (entre aspas, Times New Roman 12). As citações com mais de três linhas devem vir separadas como parágrafo e com recuo de 4 cm à esquerda (sem aspas, fonte Times New Roman tamanho 10, espaço simples, alinhamento justificado);

7.15 – autocitações devem ser omitidas no corpo do texto e nas referências na versão de submissão para garantir avaliação em caráter anônimo. Tais referências, quando existirem, devem ser substituídas por “XXX” na submissão e restabelecidas na versão definitiva do trabalho, caso aprovado;

7.16 – para a formatação das referências, ver as normas da UFRJ. A exatidão das referências constantes na listagem ao final dos trabalhos bem como a correta citação ao longo do texto são de responsabilidade do(a) autor(a) ou autores(as) do trabalho.

Anais: novembro de 2014 - ISBN 978-85-65537-11-7 (Publicado em 2016)

anais2014  
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Sumário

Apresentação, 5
Programação, 7

Recitais-Conferências e Artigos

Sérgio V. S. Ribeiro, 15
Reelaborações para violão da obra de J. S. Bach: Análise das versões de Francisco Tárrega e Pablo Marquez da Fuga BWV1001

Henrique C. Aoki Heredia e Paulo Adriano Ronqui, 25
A música de câmara para instrumentos de metal: Um conceito histórico e evolutivo

Selva Viviana Martínez Aquino, 35
A utilização de guias de execução por alunos e iniciantes

Rúbia Mara Siqueira e Ana Paula da Matta M. Avvad, 43
Quarteto N. 1, de Heitor Villa–Lobos: Considerações analíticas para a performance musical

Pedro S. Bittencourt, 59
Interpretação musical participativa e repertório misto recente: Novos papéis para compositores e instrumentistas?

Fabio Cury, 71
Considerações iniciais sobre a interpretação do Choro para fagote e orquestra de câmara de Camargo Guarnieri

Arícia Ferigato e Ricardo Dourado Freire, 81
Expressividade musical: Um construto de características multidimensionais

Marcio Miguel Costa, 89
O processo de construção de uma performance baseado no modelo tripartite de semiologia musical de Nattiez

Raquel S. Carneiro e Aloysio Moraes Rego Fagerlande, 99
Quatro Peças Brasileiras (1983) de Francisco Mignone para quarteto de fagotes: Abordagem histórica e edição prática

Pedro Paulo P. Emílio e Aloysio Moraes Rego Fagerlande, 107
2ª Sonata para dois fagotes (1966-67) Ubayêra e Ubayara, de Francisco Mignone, 1º movimento: Preparação de edição através de estudo comparativo das diferentes fontes

Fernando Novaes Duarte, 117
Tremolo no bandolim: Contextualização histórica e problemas notacionais

Nathália Martins e Ana Paula da Matta M. Avvad, 125
Análise semiológica da peça Maracatú, para piano, de Egberto Gismonti

Carlos H. Bertão e Aloysio Moraes Rego Fagerlande 137
Sonatina para fagote solo de Francisco Mignone: A validade da análise para o desenvolvimento de uma abordagem instrumental

Stefanie Grace Azevedo de Freitas 147
Modelagem como ferramenta de manipulação das inflexões rítmicas na definição do caráter no Ponteio 46 de Camargo Guarnieri: Etapa inicial

Sérgio Anderson de Moura Miranda, 157
Capim de Pranta, obra para canto e piano de Ernani Braga: Uma análise para performance

Maico V. Lopes, 167
Música brasileira para grupo de trompetes: Um repertório em construção

Antonio J. Augusto, 173
Música para trompa e órgão: Práticas, história e representações

Antonio Carlos Carrasqueira, 185
Estudos criativos para o instrumentista melódico: Sopros e cordas friccionadas

Marcello Gonçalves, 193
Zé Menezes: Lições de um multi-instrumentista

Ricardo Tuttmann e Clayton Vetromilla, 201
As Canções Trovadorescas de Fructuoso Vianna: A procura por uma sonoridade perdida

Adriana Olinto Ballesté e Álea Santos de Almeida, 211
A restauração dos instrumentos musicais do Museu Instrumental Delgado de Carvalho

Marcus Ferrer, 219
A viola de 10 cordas e o Choro

Daniel Junqueira Tarquinio, 227
A interpretação das Cirandas de Villa-Lobos no âmbito da Teoria da Entonação de B. Asafiev

Ivan Ferreira do Nascimento, 239
A forma musical tema com variações no repertório brasileiro para fagote solo

Veruschka Bluhm Mainhard, 245
Duas canções de Oscar Lorenzo Fernândez, duas transcrições

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Correspondência

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